Será que o TOR ainda está confiável?

Será que o TOR ainda está confiável? Ultimamente ando lendo notícias a respeito do TOR que faz crescer aquela pulga atrás da orelha, recentemente li uma notícia num portal brasileiro, que fala que os sites da onion, como esse aqui que você está lendo, é fácil de ser monitorado, ou seja, é fácil descobrir quem está acessando, e da onde é o acesso.

Um fato presente até os dias atuais é que a rede deixou de ser aquele poço de confiança após a apreensão de tantos sites ilegais, o que é ruim para nós. Não sejamos hipócritas, gostamos do que é errado e arriscado, até porque a vida seria sem graça sem aquela emoçãozinha. Mas vejamos, o estudo feito por esses dois rapazes chamados de Filipo Valsorda e George Tankersley, durante a conferência de segurança Hack in the Box, na Holanda, apresenta uma falha que existe nos intermediário da conexão do TOR, assim utilizando um Macbook Pro, eles conseguiram convencer o TOR a elencar sistemas que eles controlavam como intermediários para acesso ao site. O teste foi efetuado no site do próprio Facebook e no fim das contas o estudo resultou que acessar o link www.facebook.com pelo navegador TOR, é mais seguro do que acessar o próprio link da onion que seria facebookcorewwwi.onion, também pelo navegador TOR.

Por fim, vamos abrir os olhos e tomar cuidado com o que fazemos por aqui na onion. Existe duas outras redes em destaques que eu recomendo que você se aprofunde e descubra mais que são; Freenet e I2P.

Você confia no TOR? Eu não.

Anonimato no TOR

Resolvi criar um post bem simples e informativo para explicar esse lance de segurança com o TOR, acredito que muitos tem duvidas em relação à isso, então não deixe de ler!

A pergunta mais comum é: Estou totalmente seguro/anônimo utilizando o TOR?

A resposta é: N-Ã-O!

Vamos a explicação…

Primeiro, Tor protege as comunicações de rede. Ele separa de onde você é, e onde você está indo na Internet. O conteúdo e os dados que você transmitir dentro do Tor é controlado por você. Se você acessar o Google ou o Facebook via Tor, o provedor ISP ou a rede local não vai saber que você está a visitar o Google ou o Facebook.

No entanto, desde que você tenha registrado em seus sites (Uma conta, por exemplo), eles sabem quem você é. Se você não desejar compartilhar informações, você está no controle.

Em segundo lugar, o conteúdo ativo, como Java, Javascript, Adobe Flash, Adobe Shockwave, QuickTime, RealAudio, controles ActiveX e VBScript, são aplicativos binários. Esses aplicativos binários executados como sua conta de usuário com as permissões em seu sistema operacional. Isso significa que esses aplicativos podem acessar qualquer coisa que sua conta de usuário pode acessar. Algumas destas tecnologias, tais como Java e Adobe Flash, por exemplo, é executado no que é conhecido como uma máquina virtual. Esta máquina virtual pode ter a capacidade de ignorar as configurações de proxy configurados e, portanto, ignorar o Tor e compartilhar as suas informações diretamente para outros sites na Internet. A máquina virtual pode ser capaz de armazenar dados, como cookies, completamente distintos do seu navegador ou sistema operacional armazenando os dados. Portanto, essas tecnologias deve ser desativado em seu navegador para usar o Tor com segurança.

É aí que vem o  Tor. Eles Produzem um web browser que está pré-configurado para ajudar a controlar os riscos para a sua privacidade e anonimato enquanto navega na Internet. Não são apenas  desativar as tecnologias acima para evitar vazamentos de identidade, o Navegador Tor também inclui extensões de navegador como o NoScript e Torbutton, bem como patches para o código-fonte do Firefox. Ao projetar uma solução segura, segura para navegar na web com o Tor, descobrimos que a configuração de outros navegadores para usar o Tor não é seguro.

Alternativamente, você pode encontrar um sistema operacional CD ou Live USB mais a seu gosto. A equipe Tails criou todo um sistema operacional inicializável configurado para manter o anonimato e privacidade na Internet.

Tor é um trabalho em progresso. Ainda há muito trabalho a fazer para uma solução forte, segura e completa.

Por tanto é isso, saiba que ao utilizar serviços, você acaba deixando vestígios e são nesses vestígios que revela quem você realmente é.

Voltamos

Pra quem acessa o site diariamente ou pelo menos tentou acessar, deve ter se deparado com uma página em branco ou com algum tipo de error, pois bem, aconteceu um bug na DB e eu não tive tempo para concertar, porém, agora já estamos de volta firme e forte. Amanhã eu volto e posto algo legal para vocês que realmente acompanham o blog fervorosamente.
Eu poderia nem avisar, mas me senti na obrigação… assim vocês não pensam que o blog acabou ou algo do tipo… coisa que não vai acontecer tão cedo, pode apostar.

Até mais.

A freenet

Hoje estarei ensinando a vocês como instalar e configurar a Freenet.

Qualquer dúvida, poste nos comentários que irei responder o mais breve possível.

Primeiro, vá até o site oficial e faça o download (freenetproject.org)
Após isso execute o instalador e clique em “Ok”.
Clique em “Next”, Novamente “Next”, Novamente “Next”, Selecione a caixinha “Create a desktop icon” e clique em “Next” e após clique em “Install”, Deixe selecionado a caixinha “Launch Freenet” e clique em “Finish”.

Após isso vai abrir automaticamente uma página em seu navegador Mozilla ou Chrome.

Surgiu uma página “Set Up Freenet”, agora vamos as configurações!

Clique em “Choose low security” (Pode confiar em mim)
Após, clique em Next, Em datastore size você vai deixar o tamanho padrão que o próprio programa escolheu automaticamente, e clique em “Next”, Ele vai perguntar se a sua internet existe um limite de tráfego mensal, caso não exista, clique em “No”, Após, Ele vai perguntar qual é a velocidade da sua internet, selecione de acordo com a sua velocidade de internet.

Pronto! Freenet instalada e configurada.
Algumas observações: A Freenet faz download de todos os sites que você navega, para exclui-los após a navegação é só ir em Executar, cole o diretório: C:UsersTROQUE PELO SEU USUÁRIO DO WINDOWSAppDataLocalFreenet vá até a pasta “logs” e exclua tudo.

Pronto, está tudo OK.

A ambição como veículo para o sucesso

Me desperta uma certa curiosidade acerca do que as pessoas julgam: ambição. Segundo o dicionário ambição possui o seguinte significado: “s.f. Desejo desmedido pelo poder, dinheiro, bens materiais, glórias etc; cobiça: só conseguiu ser rico porque sempre teve ambição. Obstinação intensa para conseguir determinado propósito; vontade de alcançar sucesso; pretensão: tinha a ambição de um dia ser cantor. (Etm. do latim: ambitio.onis)”

Esse significado é expresso em seu âmbito “ruim” e “bom”, mas quando se trata de você expor a sua meta de crescimento, a única ambição que é vista, é na verdade, a ruim. Ninguém se importa se essa sua ascensão será de forma honesta, você será taxado como um ser ganancioso e sem escrúpulos. O fato que me intriga ainda mais, é que essa visão “ruim” da ambição alheia só é mal vista quando o ser é na verdade pobre (financeiramente), pois seguindo as leis naturais da sociedade, qualquer ser desprovido de uma boa família construída através de sucessos anteriores tem a chance de ter muito dinheiro na vida. Por este motivo eu busco uma explicação, ao meu alcance, para conseguir tentar passar a entender essa mísera cultura.

Sou uma pessoa que não possui muito dinheiro e geralmente quando exponho meus planos e metas, acabo sendo taxado como ganancioso e sonhador demais. Pois pela minha visão, esta ambição é na verdade o combústivel para o meu crescimento, não mais uma ferramenta para tirar dos outros. Mas agora eu lhe pergunto: quem nunca sonhou em andar numa Lamborguini? Melhor ainda: na sua Lamborguini? Eu tenho esse sonho, assim como outras milhares de pessoas.

A real função desta pequena reflexão, é fazê-los nunca desistir de suas metas por motivos menores. O bom homem cresce, passa por cima dos fracos, elimina todo e qualquer perigo que possa destruir seu sucesso. Fiquem espertos, pois quem não tem ambição trabalha árduamente para os que tem!

A Visão dos leigos sobre a Deep Web

Primeiramente desculpe pela ausência nas postagens, não tenho muito tempo disponível para que eu possa me dedicar ao Blog mas sempre farei o possível para postar nem que seja uma vez por semana, e dessa vez iremos abordar a ignorância do público em relação a Deep Web…

Você que é uma pessoa nova na Deep Web já deve ter ouvido e acreditado em muita baboseira dita por aí a fora, na surface, que aqui é um mar de sangue, que só existe coisas ruins, que só existe pedofilia, que só existe gore e o diabo a quatro e na verdade acaba se decepcionando porque não é nada disso pois, SIM, o que mais atrai o público é o motivo de pensarem que tem muita merda aqui.. estou falando que não existe merda/coisas ruins por aqui? claro que não, seu jegue. Vou fazer um comparativo bem simples; A Onionland é famosa por ser de mais fácil acesso e também mais famosa por causa de uma coisa que é uma das mais principais aqui: O MERCADO NEGRO, aí você se pergunta – “Mas como assim, mercado negro. e a pedofilia, e os gore ???” – Estão na puta que te pariu. Aqui o centro é o mercado negro. Drogas principalmente. Se você for um pouco esperto e um pouco menos preguiçoso e pesquisar em sites gringos, verá os valores absurdos que os mercado negro gera em BTC aqui dentro – Em alguns casos os donos somem com as quantias e que se foda o vendedor/comprador. –

Se você é um daqueles fanáticos que adora gore, pornografia, etc. A Freenet obtém conteúdos muito mais relevante e em grande quantia.

É claro que com a queda da Freedom Hosting 1 a situação ficou mais complicada por aqui, muitos migraram, muitos desistiram (tomaram vergonha na cara) e outros simplesmente iniciou outros projetos.
Tudo que você lê na surface sobre a Deep Web, principalmente em pt-BR, 90% é falso e tendencioso. Quem escreve as besteiras são pessoas que entendem menos ainda do que a pessoa que está lendo. O único recomendável >> (gabrielsweb.us) é em pt_BR e que vale a pena dar uma lida e conferir o conteúdo de extrema qualidade.

Agora vamos falar do que é mentira e o que é verdade resumidamente:
O que sai da Deep Web
Vídeos de estupros, pedofilias, assassinatos caseiro, e algumas outras coisas.
O que não sai da Deep Web e que acham que sai
Vídeos de terror, ordem mundial, illuminati, vídeos de demônio, capiroto, diabo e o caralho a 4 nesse sentido “assustador.”

Para finalizar, vamos ficar atento aquilo que vamos ler, desconfie sempre. Seja cético e prove antes de falar algo. Entre, pesquise, veja merda, se foda, TUDO VALE COMO EXPERIÊNCIA, mas não saia por ai dizendo coisas que nunca fez ou que nunca viu.
Queremos uma comunidade de pessoas inteligentes e não um monte de acéfalos como no facebook.

Segurança no Firefox

Pra você que utiliza o Firefox para uso “indevido”, acessando outras redes como, Freenet e I2P, e não tem certeza se está totalmente protegido, recomendo que siga este tutorial que irá lhe auxiliar.

Retirado do site: www.deepdotweb.com

Modifique as configurações do seu firefox para as seguintes:

about:config

geo.enabled = false
geo.wifi.uri = [leave blank]
network.http.accept.default = text/html,application/xhtml+xml,application/xml;q=0.9,*/*;q=0.8
network.http.use-cache = false
network.http.keep-alive.timeout = 600
network.http.max-persistent-connections-per-proxy = 16
network.proxy.socks_remote_dns = true
network.cookie.lifetimePolicy = 2
network.http.sendRefererHeader = 0
network.http.sendSecureXSiteReferrer = false
network.protocol-handler.external = false [set the default and all the subsettings to false]
network.protocol-handler.warn-external = true [set the default and all the subsettings to true]
network.http.pipelining = true
network.http.pipelining.maxrequests = 8
network.http.proxy.keep-alive = true
network.http.proxy.pipelining = true
network.prefetch-next = false
browser.cache.disk.enable = false
browser.cache.offline.enable = false
browser.sessionstore.privacy_level = 2
browser.sessionhistory.max_entries = 2
browser.display.use_document_fonts = 0
intl.charsetmenu.browser.cache = ISO-8859-9, windows-1252, windows-1251, ISO-8859-1, UTF-8
dom.storage.enabled = false
extensions.blocklist.enabled = false

Outras Configurações

Desabilite todos os plugins (Plugins e não complementos) Desative as atualizações [tools -> options -> advanced -> update] Ative ‘do not track’  [tools -> options -> privacy] Ative private browsing, e configure para não lembrar nada [tools -> options -> privacy]

Complementos essenciais para a sua segurança no Firefox

BetterPrivacy
Close n forget
Ghostery
Https-Everywhere
Modify Headers
NoScript
RefControl
User Agent Switcher

O peso de uma boa vida

“E se um dia, ou uma noite, um demônio lhe aparecesse furtivamente em sua mais desolada solidão e lhe dissesse: “Esta vida, como você a está vivendo e já viveu, você terá de viver mais uma vez e por incontáveis vezes; e nada haverá de novo nela, mas cada dor e cada prazer e cada suspiro e pensamento, e tudo o que é inefavelmente grande e pequeno em sua vida, terão de lhe suceder novamente, tudo na mesma sequência e ordem — e assim também essa aranha e esse luar entre as arvores, e também esse instante e eu mesmo. A perene ampulheta do existir será sempre virada novamente — e você como ela, partícula da poeira! — Você não se prostraria na poeira e rangeria os dentes e amaldiçoaria o demônio que assim falou? Ou você já experimentou um instante imenso, no qual lhe responderia: “Você é um deus e jamais ouvi coisa tão divina!”. Se esse pensamento tomasse conta de você, tal como você é, ele o transformaria e o esmagaria talvez; a questão em tudo e em cada coisa, “Você quer isso mais uma vez e por incontáveis vezes?”, pesaria sobre os seus atos como o maior dos pesos! Ou o quanto você teria de estar bem consigo mesmo e com a vida, para não desejar nada além dessa última, eterna confirmação chancelada?”

Friedrich Wilhelm Nietzsche, in A Gaia Ciência.

Este dito do bem conhecido(e mal interpretado) filósofo alemão Friedrich Wilhelm Nietzsche, é um dos melhores exemplos para se perguntar: “Estou realmente fazendo o bem, a justiça, o correto nesta vida?”.

A nossa vontade de poder nos deixa cegos, somos capazes de fazer qualquer coisa em prol do poder. Desta forma, esquecemos de nossos valores e princípios, fazendo de nossa vida uma inútil corrida que só paramos de disputar quando é tarde demais. Um bom exemplo(hipotético) disso, é o grande pai de família, que com o intuito de trazer o conforto para a sua família, dedica a maior parte do seu tempo para o trabalho, acabando por esquecer que o que conforta, na verdade, é a presença e a atenção para com a esposa, para com os filhos.

Com esta linha de pensamento, retomo o dito de Nietzsche: Será que este homem, após chegar ao fim de sua vida e perceber que a sua esposa não foi amada como deveria, seus filhos cresceram e abandonaram a casa(alguns tornando-se marginais), gostaria de viver sua vida novamente, diversas vezes, repetindo cada erro e cada dor?

A minha crítica neste pequeno escrito, é simplesmente alertar sobre o que cada um realmente quer de sua vida. Se você quer uma vida regada de prazeres e um incansável desejo de ser “grande”, terá uma vida supérflua e monótoma, acabando com todo o sentido. O que eu proponho(não sendo o dono da verdade, muito menos a experiência em pessoa) é que haja um equilíbrio entre todas as coisas: trabalho, esforço, prazeres e etc… Se você mantiver o equilíbrio de tudo, terá sem dúvida o prazer de viver incansavelmente sua vida inúmeras vezes.

Moral brasileira

O povo brasileiro é desprovido de uma boa moral. Essa moral baseia-se no essencial para se viver de bem com a sociedade em geral, que pela ausência, torna-se impossível a convivência. Pela falta de valores, adquirem-se os maus costumes, aqueles que denigrem o valor pessoal e o valor de todo o povo. Estes maus costumes, são, de certa forma, o que mantém a maioria das pessoas em pé hoje em dia: egoísmo, abnegação, orgulho e compaixão.

O que mais me causa repulsa, são pessoas que querem ser melhores que as outras. Isso sem dúvidas é o que mais acontece em nossa sociedade, onde não basta você ser você mesmo, o ideal é ter o que o outro tem, ser como o outro é, ou então melhor que o outro. Esse costume não é novo, no entanto, nos dias atuais, com a revolução e a evolução da tecnologia se tornou mais comum. Essa leva de má consideração própria, é imposta desde quando o cidadão é criança, dando-lhe roupas mais caras, roupas de “gente grande”, como se fossem adultos, lapidando e destruindo a mente inocente e ingênua de uma criança, que cresce desta forma querendo ser como adultos. Ingenuidade agredida e iludida.

No Brasil é fácil distinguir uma pessoa de bem e uma iludida. A pessoa iludida é aquela que é egoísta, acreditando que só ela está correta, que apenas ela sabe das coisas. Já a pessoa de bem, é a que renuncia estes maus costumes, adquirindo um caráter concreto e vendo que a oportunidade está nas outras pessoas e não apenas em si mesmo. Nesta linha de lógica, o egoísta acredita que só ele consegue se “erguer” na vida, só ele apenas consegue se tornar um ser evoluído. Já o homem de bem, acredita que esta linha de lógica, é como uma eleição: um voto, não vence milhões. Por isso, não deixe-se levar pelo egoísmo e seja altruísta até certo ponto.

Desde criança somos direcionados a ser orgulhosos, isso é fato. Porém, com o tempo vamos amadurecendo e deixando de ser medíocres em relação a isso. Deste forma, nos tornamos mais livres e de cabeça aberta para que possamos conseguir tornarmos pessoas boas e sãs. Eu, por exemplo, já fui muito orgulhoso ao ponto de não querer entender ou escutar o que a outra pessoa contrariava de mim, hoje, sou uma pessoa extremamente neutra e de bem, capaz de ouvir pensamentos contrários e conseguir refutar ou acrescentar a colocação sem precisar partir para a ofensa. Isto de certa forma, carece no Brasil.

Por último, deixei de ter compaixão. Isso se deve ao fato de nunca ser retribuido de boa forma. No Brasil, as pessoas possuim uma “compaixão” fora do normal. Elas são egoístas e orgulhosas, porém, conseguem ter compaixão. Isso é algo muito contraditório e relevante. As pessoas deixam o seu ego super faturado mostrando que tem compaixão, no entanto, aumentando ainda mais seu orgulho e egoísmo com o ferimento que há de vir. Hoje, podemos nos tornar pessoas boas, porém, com o alto apego das pessoas em seus bens materiais e consumismo, estamos nos caminhando à barbárie, como na era medieval. Espero que a vida apresente mudanças e que as pessoas saibam o que é certo para cada um, porque as vezes a moral é o perigo dos perigos.

Deixais-vos “nosso” país

Quem nunca foi manipulado que jogue a primeira pedra. Pois bem, estamos rodeados a todo instante por propagandas enganosas, pessoas mal intencionadas e o mais comum para o momento político brasileiro: a mentira política. A grande maioria acredita que o motivo de nosso país estar em um ponto tão baixo, seja o erro de governos atuais, no entanto, estão completamente errados.

O nosso país sempre fora alvo de grandes furos governamentais, rodeados de corrupção e dívidas intermináveis, porém, apresentou melhoras desde a colonização portuguesa como por exemplo o rompimento com portugal, deixando de ser sua colônia e se tornando um país independente. Como é de praxe, baseando-se até então na independência Americana que ocorrera 46 anos antes.

A grande manipulação que quero tratar aqui é falando como os Judeus enriqueceram com o brasil, emprestando.

Já era tarde quando os Judeus descobriram que o que lhes dava lucro era emprestar dinheiro. Quando isso foi colocado em prática, vários comerciantes enriqueceram rapidamente, como isso fugia da fiscalização do Estado, logo a agiotagem se tornou proibida. Por essa razão, criaram-se bancos, onde você podia deixar seu dinheiro depositado e com os juros dados pelo banco, você lucrava bastante por ano, visto isso, as pessoas não gastavam o seu dinheiro e os deixavam no banco, fazendo o comércio quase parar, para conseguir pular a crise eminente, os Judeus abaixaram os juros e começaram a emprestar dinheiro ao povo. Esse dinheiro que era emprestado era calculado sobre uma taxa de 45% ao ano, e o dinheiro que ficava no banco foi colocado a 4% ao ano. Você deve estar se perguntando: “mas não era proibido a agiotagem?”. Sim, era proibido, porém, como eram bancos e não pessoas físicas, era permitido.

Esta maldita agiotagem não se restringia apenas à pessoas mas a países que buscavam sua independência. Como financiar armas? Como financiar tropas e equipamentos militares? Um Estado buscando independência precisava deste dinheiro e a única maneira era pedir aos banqueiros europeus. O Brasil com sua independência necessitou de um impréstimo que quem concedeu foram:  os João o Bom, os Welser, os Fugger, os Rotschild, os Zaharof, os Baruch e os Staviski. Quem mais emprestou dinheiro foi a família Rotschild (dona dos maiores bancos de hoje em dia).

“Conquanto a independência do Brasil – escreve Castro Carreira (orçamentista e financeiro) – não fosse conseguida à custa de grandes sacrifícios de vidas e dinheiro, todavia se aumentaram em muito os seus compromissos, que, juntos aos novos encargos naturalmente criados, como se verá no desenvolvimento de suas despesas, fizeram o país principiar sua vida lutando com as dificuldades dos déficits e do recurso aos empréstimos, no qual se tem mantido.”

Em 1922, escrevendo sobre o centenário de nossos empréstimos, o sr. Jacob Cavalcanti disse: “o mau estado das finanças do Brasil-Colônia, nos dias próximos à sua independência, retratava a desordem financeira da metrópole; de sorte que o Brasil, tornado independente, entrava logo no regime dos déficits orçamentários e caminhava a passos largos para a subordinação ao crédito estrangeiro”. Um tanto irônico, pois, se tornou independente de Portugal, mas ficou subordinado ao crédito estrangeiro.

Os brasileiros devem guardar bem guardada a lembrança da data: 12 de janeiro de 1825. Nesse dia, os banqueiros puseram o pé sobre o nosso corpo, passamos a pertencer-lhes e durante cem anos para eles trabalhamos. Entretanto, embriagada pela vã palavra de liberdade, a nação se divertiu com a Abdicação, as rebeldias da Regência, a Maioridade, as guerras do 2.° Império, a Abolição e as revoltas da República, entremeadas de quedas de gabinetes, de mudança de regimes, de sucessões governamentais e de ditaduras, enquanto que, por trás dos bastidores, só os banqueiros, de mãos dadas aos políticos, a governavam e a exploravam.

O milhão de libras da primeira operação nos foi dado pelo prazo de 30 anos, com 1% de amortização, 5% de juros anuais e tipo de 75, o que quer dizer que recebemos £ 750.000, mas ficamos devendo £ 1.000.000. A margem de £250.000, linda soma naquelas priscas eras, ficou soi-disant para as despesas do empréstimo e, sobretudo, para ser repartida entre os intermediários, os de lá e os de cá. Nessa margem, está o segredo do êxito dessas operações e do açodamento de certos homens de Estado em fazê-las. Por esse lucro imediato, eles, cegos de cupidez, não trepidam em sacrificar o futuro do seu povo e é com essa isca dourada que Israel vai cumprindo à risca aquela promessa das Escrituras: “Tu devorarás todos os povos que o Senhor teu Deus te entregará.”

Os reflexos deste inevitável erro, é nosso lentro crescimento econômico e nossa péssima educação. A moral brasileira que hoje nos detém como grandes “Jecas Tatus”, é fruto do mártire sofrido pela má organização financeira da época, junto com a esperteza e visão de lucro dos grandes banqueiros. Para explicar melhor, os banqueiros e o FMI (fundo monetário inglês) eram e são quem ditam as regras de onde o dinheiro deve ser investido, para “pagar” a dívida mais rapidamente. Mas todos sabemos que os juros são altíssimos, tirando é claro a regra que existe de que só pode ser pago 10% da dívida por ano.

Espero que os malditos moralistas e ignorantes, não pensem que o Brasil é ruim, não tem tecnologia super avançada, não tem educação de alta qualidade e ainda está submergindo das dívidas pelo erro de algum governo atual, mas que está assim desde o seu início, isso é uma manipulação efetiva e já concretizada por eles. Engulam a própria ignorância e se comprometam a estudar, buscar novos horizontes, pois como já dizia John Stuart Mill: “No final de contas, o valor de um Estado é o valor dos indivíduos que o compõem.”.